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Restaurante Bon Appétit Posted novembro 22, 2017

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Situado na Pousada Acajutibiró, o restaurante BON APPÉTIT oferece uma grande variedade de pratos típicos da culinária francesa e local (frutos do mar, carnes, pratos quentes, etc.).

 

Doce de caju

Doce de caju

 

Peixe grelhado

Peixe grelhado

 

No café da manhã, você poderá saborear as frutas nativas da região, sucos variados, bem como geléias e doces feitos na própria pousada, havendo a possibilidade das refeições serem servidas no próprio apartamento, se o hóspede desejar mais privacidade.

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A pousada Posted novembro 22, 2017

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       A Pousada Acajutibiró foi fundada em 2006 no dia 15 de agosto pelos socios Adalberto Rodrigues e Thierry Rogieras, a 500m da cidade de Baia da Traição e vem trazendo uma qualidade de serviço diferenciada  das demais, com muita cultura e natureza.

 

Situa-se em frente a uma imensa praia bordada de recifes. Entre 4h45 e 5h30 da manhã, você poderá vislumbrar um dos mais belos espetáculos da natureza: O nascer do sol. Já o por do sol, no final de tarde por atrás dos coqueiros, é um bom indício de que a noite irá começar bem, principalmente se estiver em boa companhia.

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Praias Tropicais Posted novembro 21, 2017

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      Atualmente, Baía da Traição, por suas praias belíssimas, é muito frequentada por turistas de todo Brasil. Grande parte das casas da zona urbana pertence a veranistas, geralmente originários de Campina Grande, Guarabira, João Pessoa, Mamanguape e Rio Tinto (Paraíba).

Há diversos restaurantes e pousadas na Baía da Traição para atender aos turistas. A cidade é mais frequentada por turistas na época do veraneio, quando fica super-populada. O ponto principal de encontro não só dos turistas mais da população (sobretudo a mais jovem) é a praça central da Baía da Traição.

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Comidas Típicas Posted novembro 21, 2017

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Pratos típicos da culinária indígena:

Farinha de mandioca

Farinha-de-pau, de manic ou manibot – hoje dita mandioca -, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada – tipiti -, para escorrer e secar. O que escorre é um veneno mortal, por culpa do ácido cianídrico, que o sol faz desaparecer em dois ou três dias, deixando a manipueira livre de perigo. O resultado é o tucupi.

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O Toré Posted novembro 21, 2017

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Toré é um ritual indígena de etnias do Nordeste do Brasil. Foi repassada de geração em geração, através da tradição oral. Possui em diferentes formatos e significados conforme a etnia que o pratica. Manifesta-se como uma dança na qual significados místicos, de encontro com os “encantados”, e no centro da qual está a jurema (bebida).

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As Aldêias Posted novembro 21, 2017

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No município de Baia da Traição está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara. Estas aldeias estão sob a jurisdição da Fundação Nacional do Índio , FUNAI , órgãos federal, criado pela lei nº 5.371 de 5 de dezembro 1967, em substituição ao antigo Serviço de Proteção ao Índio . S.P.I.

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Patrimônio Histórico Posted novembro 21, 2017

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A Baía da Traição possui diversas atrações turísticas, tanto em termos históricos quanto naturais, graças as suas belas praias e monumentos que contam a historia deste município.
O clima tropical agradável e a beleza de suas paisagens tornam a Baia da Traição o local ideal para você e sua família passarem os melhores dias de sua vida.

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A História da Cidade Posted novembro 19, 2017

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Potiguaras, os primeiros habitantes

Na época da conquista da Paraíba, os Potiguaras, pertencentes à grande família Tupi-Guarani, habitavam as grandes extensões de terra desde Pernambuco até o Maranhão, constituindo-se na maior e na mais poderosa de todas as tribos existentes no Nordeste, com uma população avaliada em cem mil pessoas.

Eram portadores de elementos culturais e de características físicas semelhantes aos demais aborígines que habitavam o litoral brasileiro, destacando-se pela sua bravura e belicosidade. Não eram traiçoeiros, enfrentavam o inimigo corpo a corpo, e tinham o hábito de esmagar a cabeça daqueles que matavam, só os devorando por vingança, através de rituais, respeitadas algumas formalidades exigidas para o caso.

Eram retratários ás mudanças, sobrevivendo com seus caracteres culturais por maior espaço de tempo do que os Tabajara, também Tupi-Guarani, e habitantes da Paraíba, a partir de 1585. Daí sua falta de adaptação às imposições portuguesas tão contrarias aos seus princípios éticos e morais.

Povoamento